Sesc SP

Festa de Inauguracao

Uma obra sobre a destruição. Quatro atores recolhem os cacos que sobraram do choque entre placas tectônicas, das inundações, das bibliotecas em chamas, das estátuas que perderam a cabeça e dos nossos próprios corpos, palavras e desejos. Ao vasculhar ruínas, descobrem discursos que nunca foram inaugurados, fósseis sem palavras. O difícil é escolher entre aquilo que sobrou o que tem relevância para a linha do tempo que fica.

Teatro do Concreto
Fundado em 2003, o Teatro do Concreto é um grupo de Brasília que reúne artistas interessados em dialogar com a cidade e seus significados simbólico e real por meio da criação cênica. Assume, desde sua origem, a diversidade e a pesquisa como princípios de gestão e composição artística, mobilizando criadores de diversas regiões do Distrito Federal e aprofundando a interação com diferentes artistas e áreas do conhecimento. Suas criações se orientam pela perspectiva do processo colaborativo e se caracterizam, principalmente, pela elaboração de uma dramaturgia própria, pela radicalização no uso de depoimentos pessoais, pela investigação da cena no espaço urbano, pela relação com as práticas da performance e pela busca por diferentes modos de engajar o espectador.

Ao longo de sua trajetória, o grupo estreou 9 espetáculos e intervenções cênicas, publicou 3 obras de referência para o campo da pesquisa teatral e realizou diversos projetos de interação com a comunidade os quais extrapolam a dimensão dos palcos, consolidando-se como referência para o teatro de grupo na região Centro-Oeste. Ganhou projeção nacional com a circulação dos espetáculos Diário do Maldito (2006) – que recebeu o Prêmio SESC do Teatro Candango nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Cenografia – e Entrepartidas (2010) – que recebeu o Prêmio SESC do Teatro Candango nas categorias de Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Ator e Melhor Dramaturgia.

Principais criações: Sala de Espera (2003); Borboletas têm vida curta (2006); Diário do Maldito (2006); Inútil Canto E Inútil Pranto Pelos Anjos Caídos (2007); Ruas Abertas (2008); Entrepartidas (2010), Mirante (2010); Extraordinário (2014) e Festa de Inauguração (2019).

Elenco – Gleide Firmino, Micheli Santini, Adilson Diaz, Diego Borges
Direção – Francis Wilker
Dramaturgia e codireção – João Turchi
Assistente de direção – Diego Borges
Light design – Guilherme Bonfanti
Assistente de Iluminação – Higor Filipe
Estagiários de Iluminação – Diogo Sikins e Emanuela Maia
Cenografia e Figurinos – André Cortez
Assistente de Cenografia e figurinos – Marina Fontes
Direção musical – Diogo Vanelli
Projeções e registro audiovisual – Thiago Sabino e Fábio Rosemberg
Colaborações artísticas – Nei Cirqueira, Kenia Dias, Edson Beserra, José Regino e Giselle Rodrigues
Produção Executiva – Tatiana Carvalhedo (Carvalhedo Produções)
Produção Nacional – Júnior Cecon
Coordenação Administrativa Teatro do Concreto – Ivone Oliveira
Debates temáticos que alimentaram o processo criativo – Edson Farias (sociólogo), George Alex da Guia (arquiteto e urbanista), Íris Helena (artista visual), João Estevam de Argos (arqueólogo) e Thabata Lorena (cantora, compositora e MC)

Local: Espaço Cênico

Foto: Divulgação

Teatro

Festa De Inauguração Com Teatro do Concreto (DF) 18

Essa atividade aconteceu em 23/06/2019 no Sesc Pompeia.

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