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Mãe ou Eu Também Não Gozei

Classificação indicativa: 18 anos

A performance é sobre a mulher (ou uma mulher, ou todas mulheres) que espera seu filho nascer - ou está no puerpério - ou cria seu filho sozinha - enquanto navega por essa experiência de gestar, parir, criar e sobreviver em meio à solidão, amor e medo.

O pai da criança ninguém sabe quem é. A mulher, a mãe também não sabe quem é o pai do seu filho. Ele é o homem (ou um homem, ou todos os homens).

Em uma estrutura fragmentada, não necessariamente linear, a gravidez é desmembrada e subtraída de sua aura de idealização.

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Ficha Técnica

Concepção, atuação e dramaturgia: Letícia Bassit
Bateria e percussão: Felipe Aranha
Gravação, sonorização e edição: Cella Azevedo
Designer gráfico: Juliana Piesco
Produção: Tatiana Mohr
Realização: Sesc
Voz-off das advogadas: Ana Paula Braga e Marina Ruzzi 

Letícia Bassit é atriz-performer, escritora-dramaturga, diretora e arte-educadora. Nasceu em São Paulo, em 1988. É formada pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo e graduada em Comunicação Social pela Fundação Cásper Líbero. Como escritora foi contemplada no PROAC Dramaturgia com o projeto “Mãe ou Eu também não gozei”, publicado no ano de 2019 pela Editora Patuá com lançamento na FLIPEI/Paraty 2019. O livro teve como desdobramento criativo a peça-performativa homônima, diversas mesas de debate com especialistas da área política, jurídica e psicanalítica e também oficinas de escrita. Atualmente, Letícia organiza uma série de ações sobre feminismo, parentalidades, maternidade, literatura e performance. Sua pesquisa e criação atual é o experimento digital “Cabra que lambe Sal”, com direção de Nelson Baskerville, transmitido online em confinamento a partir do seu apartamento. Também fez parte com este trabalho do projeto Mulheres em cena realizado pela Cia. Fragmento de Dança de modo online - YouTube. Como atriz-performer-criadora, integrou Núcleo Feminino Abjeto, grupo de pesquisa performática dirigido pela atriz e diretora Janaína Leite (Grupo XIX de Teatro). Com o grupo, entre 2017 e 2018, fez quatro temporadas da performance-experimento “Feminino Abjeto”, no Galpão do Grupo XIX, Teatro Centro da Terra, Teatro de Contêiner Mungunzá e Sesc Belenzinho.

Felipe Aranha - Baterista profissional desde 2003, concluiu duplo bacharelado pela Berklee College of Music, em Performance e Composição em Jazz. Participou da gravação de quatro álbuns de estilos que vão do rock à música brasileira, além de ter tocado ao vivo com diversas bandas,incluindo Os Brazucálias (de música brasileira), Black papa (funk), So what (rock), entre outros.

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