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Acarajé: do verbo ao sagrado

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Trecho de "Bola de Fogo" - Foto: Guilherme de Sousa

Inusitado. Talvez seja esse o melhor adjetivo para definir o trabalho de Fábio Osório. Além de performer e dançarino, o artista de 39 anos também é baiana de acarajé. Para contar como a história de sua vida se relaciona ao prato típico, o ator soteropolitano foi convidado para realizar a performance "Bola de Fogo" durante os primeiros dias da mostra "Ounje - Alimento dos Orixás", que fica em cartaz no Sesc Ipiranga até dia 25 de agosto. 

Apesar de não se considerar um cozinheiro, o artista narra durante a performance como aprender a fazer acarajé possibilitou novos horizontes para sua arte e vida. Osório garante boas risadas do público ao mostrar, logo no início da apresentação, sua carteirinha da ABAM, a Associação das Baianas de Acarajé e Mingau, registro que comprova que seu trabalho como baiana não se trata de uma personagem. 

A história bem-humorada convida o público ao final para comprar os acarajés fritos durante a apresentação, satisfazendo os fãs da iguaria afro-brasileira e apresentando-a para quem nunca teve a oportunidade de provar. Para compreender melhor as relações entre prato, corpo e religião, o ator conversou conosco após a última apresentação realizada na Unidade. Confira abaixo o especial “Acarajé: do verbo ao sagrado”:

 

>> Saiba todos os detalhes da mostra Ounje - Alimento dos Orixás aqui.

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